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Seu Lar, Sua Prisão

Vivendo do Ócio

Em meio a tanto caos
Distância curta qual
Falando pelos dedos
É normal, é normal, é normal

Seu lar, sua prisão.
Tampando com a mão
Sem enfrentar seus medos
É normal, é normal, é normal
É normal, é normal, é normal

As vezes penso até demais
Se fosse do seu jeito
Sentado na sala de estar
Vivendo sem conceito

Seu lar, sua prisão
Tampando com a mão
Largando velhos erros
É normal, é normal, é normal
É normal, é normal, é normal

As vezes penso até demais
Se fosse do seu jeito
Sentado na sala de estar
Vivendo sem conceito


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