Joanna

Amor Crioulo

Joanna

Ai, essa trama me enlouquece
Transparece que parece
Já me custou tanta lágrima sentida
Eu nunca fui mais do que sua
Semiposta, seminua, pela rua, pela rua
Não, não me pegue, não me negue
Não me entregue, não me esfregue
Me esquece por favor
Não me esquece
Eu nunca fui mais do que pura
Mas quem me quer não me quer impura
Que tortura, que tortura
Nada se apagou em mim
Mas preciso acreditar por bem
Me acostumar
Com as torturas desse fim
Que é pecado pelo não e pelo sim
Ninguém pode me ocultar
A floresta entristecida
Ninguém pode me beijar
Doce pele adormecida
Só a luz do seu encanto
Os lábios desse espanto
Esse amor
Que me enfeitiçou
Que desencantou nossos rebentos
Nossos planos, nossos tempos
Nosso amor
Imenso amor
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