Déborah Blando

Próprias Mentiras

Déborah Blando

Cuide do seu nariz
Você fala demais
Não fui eu que pedi
Se o teu conselho fosse bom
Tu vendia...

Eu não quero ouvir
Onde foi que eu errei
Não foi assim que eu quis
Infelizmente foi em você
Que eu me espelhei...

Hey! Cadê?
Me devolve a inocência
Que atirei
No quintal lá fora
Plantei teu medo..

Eh! Eh!! Fui eu!
Quem ficou na casa vazia
Você deixou suas tralhas
Agora tira
Mais fácil julgar
Do que ter que olhar
Prás próprias mentiras
Hey! Hey!
Mas agora chega!
Não sou ovelha negra
Nem qualquer menina...

Me diz prá quê
Que eu vou ser
O que esperas de mim
Eu não sou sua mãe
Não te carreguei
Na minha barriga
Agora preste atenção
E me deixe falar
Aprendi a dizer não
(Não!)
Já chegou a hora
De me libertar...

Hey! Hey! Não dá!
Esse papo de faça como eu
Sempre digo:
Nunca faça o que eu faço
Eh! Eh! Doeu!
Teu olhar roubou
O que era meu
Tuas palavras ecoam
No meu destino...

Mais fácil julgar
Do que ter que olhar
Prás próprias mentiras
Eh!
Tentar esconder
Prá não ter que ver
Onde dói a ferida...

Ah ah ah ah ah ah ah!
Eh eh! eh eh eh eh eh!

Hey! Hey! Prá quê!
Você me fez acreditar
Que eu era a princesinha
Do teu castelo
Eh! Eh! Não dá!
Prá esperar de um homem
Que não cresceu
Pois alguém também
Te feriu de jeito...

Mais fácil julgar
Do que ter que olhar
Prás próprias mentiras
Mas agora chega
Não sou ovelha negra
Nem qualquer
Menina da vida
Da vida, não
Mais fácil julgar
E acreditar
Nas próprias mentiras
Tentar esconder
Prá não ter que ver
Onde dói a ferida da vida
Da vida, eh!
Tchururu rú, tchururu rú
Tchururu rú, tchururu rú
Tchururu rú, tchururu rú
Não sou qualquer
Menina da vida!

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