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Minha galêga

Vitor Fernandes

Chegando da vaquejada
De longe avistei
Minha galega
Que eu sempre amei

Sou matuto lá da roça
Nem no sol me queimei
Mas com os cabelos dela
Sempre me encandeei

Essa galega é a senha que eu nunca bati
É uma porteira fechada que nunca quis abrir
A disputa por ela eu já entendi que perdi
Vou afrouxar minha sela e me aquietar por aqui

Foi zero no amor, zero na pista
A senha da dor, vaqueiro pagou à vista
E valeu o boi para decepção
Eu sei minha galega não derrubo boi no chão
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