Os Tiranos

De Um Canto De Saudade

Os Tiranos

No compasso que toca o gaiteiro,
Eu peço licença 'prum' taura cantar,
As belezas da terra sulina,
Da mata, campina de rio, serra e mar...

Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra...

No resmungo de uma botoneira
Me emponcho em licença pra ser cantador,
Por andar extraviado no mundo,
Eu canto a história mostrando o valor...

No churrasco e arroz carretero,
No vento minuano e na marcação
Com tertúlias e rodas de mate,
Fandangos, carreras e prendas
Que amaram este peão

Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra...

Trago na resistência farrapa
Que endoça a poesia de ouvir essa canção
Renegando marcha de cantiga
Num sopro de gaita no meu coração...

Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra...

No resmungo de uma botoneira
Me emponcho em licença pra ser cantador,
Por andar extraviado no mundo,
Eu canto a história mostrando o valor...

No churrasco e arroz carretero,
No vento minuano e na marcação
Com tertúlias e rodas de mate,
Fandangos, carreras e prendas
Que amaram este peão...

Ô ô ô...deu saudades da terra
Ô ô ô...canto que o gado berra...
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