O Rappa

Bitterusso Champagne (Acústico na Oficina Francisco Brennand)

O Rappa

Um brinde com taça de vinho
Cheiro de asfalto no sangue
Um atalho com fuzil no caminho
No cardápio bitterusso champagne

Cordão de fé tirado do peito
E uma luz no fim do presídio
Mas um buraco cavado às pressas
Pra aliviar o suplício

A esperança no orifício, na revolução
Quanto mais tiram de nós, lá dentro corrupção

Os atentados civis viram showmícios
Dos que nunca estão no controle
Dos que nunca estão no controle
E vão crescendo os vícios (4x)

Caindo por terra, caindo por terra (pela batalha)
Caindo por terra, caindo por terra (pelo discurso)
Sofrimento pra alguns é ser feliz
Pra quem nunca teve nada, um sonho é tudo que quis
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