Cajuína

Gal Costa

Existirmos a que será que se destina
Pois quando tu me deste a rosa pequenina
Vi que és um homem lindo e que se acaso a sina
Do menino infeliz não se nos ilumina
Tão pouco turva-se a lágrima nordestina
Apenas a matéria viva era tão fina
E éramos olharmos nos intacta retina
A cajuína cristalina em Teresina


Mina Dagua Do Meu Canto
Album: Mina Dagua Do Meu Canto
Gravadora: RCA Records Label
Ano: 1995
Faixa: 5
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