Duduca e Dalvan

Duduca e Dalvan

Sertanejo

Porto Solidão

Duduca e Dalvan

Se um veleiro repousasse
Na palma da minha mão
Sopraria com sentimento
E deixaria seguir sempre
Rumo ao meu coração

Meu coração
A calma de um mar
Que guarda tamanhos segredos
De versos naufragados
E sem tempo

Rimas de ventos e velas
Vida que vem e que vai
A solidão que fica e entra
Me arremessando
Contra o cais...
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